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Uzbequistão põe fim ao uso sistemático do trabalho infantil e toma medidas para erradicar o trabalho forçado

O Uzbequistão pôs fim ao uso sistemático do trabalho infantil e tomou medidas abrangentes para erradicar o uso do trabalho forçado na colheita de algodão.

Esta é a conclusão de uma mesa redonda realizada a 30 de novembro, onde participaram representantes do Governo do Uzbequistão, organizações de empregadores e sindicatos do Uzbequistão, parceiros do desenvolvimento, representantes diplomáticos, a OIT e o Banco Mundial.

 

A mesa redonda foi organizada com o propósito de rever as observações feitas por uma equipa independente de peritos da OIT que, pela primeira vez, incluiu um membro do pessoal docente do Centro Internacional de Formação da OIT.  

 

A equipa de peritos da OIT efetuou 3 mil entrevistas individuais, não acompanhadas, a colhedores de algodão e a outros atores envolvidos na colheita, tais como autoridades locais e pessoal das áreas da saúde e do ensino. As entrevistas foram realizadas em todo o país, entre setembro e outubro deste ano.

 

Nas semanas que antecederam a colheita, os peritos da OIT também organizaram ações de formação para aproximadamente 6300 pessoas diretamente envolvidas no recrutamento de colhedores de algodão.

 

A monitorização levada a cabo este ano permitiu concluir que a colheita de algodão foi realizada sem o uso sistemático do trabalho infantil e que a grande maioria dos colhedores de algodão participaram de forma voluntária na colheita anual.

 

Para mais informações sobre como a OIT está a ajudar a erradicar o trabalho forçado no Uzbequistão, visite: https://iloblog.org/2017/09/27/how-the-ilo-is-helping-to-end-forced-labour-in-uzbekistans-cotton-industry/

 

 

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